Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007

 

Viajo acordada na distância que…
Separa nossos corpos ardentes
Desejo esse latente
Onde beberia o suco de Tua boca
Nos beijos suculentos
Saciaria a fome de desejo
Apagaria o fogo que arde
Nas entranhas de meu ser
Oh distancia que mata
Nesta saudade feroz…






publicado por Cöllyßry às 18:35
Ahh, saudade...

Kiss, até outro desinstante.
£oµ¢o Ðe £Î§ßoa a 27 de Fevereiro de 2007 às 22:45

As saudades minha amiga, são tempestades que nos alcançam,mesmo que estejamos noutro lugar,noutro tempo,que já não nos pertence,apesar de pertencer...
Beijinhos e deixo um sorriso :))
Maria
Maria a 28 de Fevereiro de 2007 às 00:32

Linda e querida Collybry, a saudade mata a gente, a saudade é dor punjente. Então vamos apagar o fogo que está a arder nossas entranhas, por tua feroz ausência...Parabéns pela volta. beijos de mel
jpcfilho a 28 de Fevereiro de 2007 às 07:57

Mas depois, o reencontro é maravilhoso!!!

Beijinhos*.*
guiga a 28 de Fevereiro de 2007 às 09:55

Dói sempre a distância de quem se ama,a saudade nos corroi,mas depois vem o reencontro e esse faz sempre maravilhas;)deixo meu beijo e meu sorriso:)
suspiros a 1 de Março de 2007 às 17:51

Linda Collybry, e beberia os segredos de tua boca, para nunca mais esquecer...beijos
jpcfilho a 2 de Março de 2007 às 08:57

A Viagem através e pelos sentidos, é com toda a certeza, a única que têm sentido.

Bjs d(a)e Mel
Bom fim de semana
Mel de Carvalho a 3 de Março de 2007 às 01:03

A Viagem através e pelos sentidos, é com toda a certeza, a única que têm sentido.

Bjs d(a)e Mel
Bom fim de semana
Mel de Carvalho a 3 de Março de 2007 às 01:03

Belo, envolvente, nostalgico...Gostei.
oteudoceolhar a 6 de Março de 2007 às 12:53

Também viajo acordada...
Se puderes divulga o meu outro blog: http://gaivotapoesia.blogs.sapo.pt

Deve haver muitos mais como nós...eternos sonhadores e solitários!!!
Beijos grandes

Chicailheu
Chicailheu a 22 de Março de 2007 às 08:17

Em poesia palavra escrita que rompe em grito expressa num rabisco, a dor e saudade… O infinito… Descreve o amor ausente e presente, perpétuo e passageiro... Todo o sentir que imana no corpo e, Na Alma, da gente...




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