Terça-feira, 24 de Abril de 2007

 

 

 


E nos mistérios...
 Desse mar do verbo amar,
Entrar nesses devaneios ardentes,
Estonteantes…
Fácil embarcarás,
Já desembarcar, do fascínio por ele eleito…
Das labaredas que te enredam,
No seu ardente, mas delicado…
Leito,
De coração rasgado de dor no teu peito,
De lá sairás…
Se esperares o amor alheio, para amar…
E porto? Não,
Não haverá cais,
Onde aportares…


 



publicado por Cöllyßry às 23:01
Minha linda poeta e filósofa, se esperares o amor alheio para amar..Não haverá porto, não aportarás... Me amarrei, gostei e amei, como te amo...beijos
jpcfilho a 25 de Abril de 2007 às 08:20

Um poema simplesmente lindo e fantástico, entrei aqui neste lindo blog e gostei imenso do que li.
Um amor alheio um dia chegara ao nosso porto, nao precisamos de esperar no cais, ele proprio vem a nossa procura.
Beijo grande e um bom feriado
LiPiNhA a 25 de Abril de 2007 às 15:14

Belos poemas os que tens neste blogue.
Parabéns.
Beijos.
Nilson Barcelli a 25 de Abril de 2007 às 19:31

ai amiga belo post aqui tens,gostei muito,passei para te deixar um beijinho doçe e desejar-te um optimo fim de semana

Pode haver porto, pode haver cais, mas este é sempre ponto de chegada e, também, de partida...
Um beijo
Daniel
Daniel Aladiah a 27 de Abril de 2007 às 21:26

Olá amiga.
Nem te disse nada que te tinha nomeado,ando um bocadinho fora de mim,e com algum trabalho também.Ainda bem que gostaste.
A tua poesia como sempre tão cheia e absorvente.
Deixo-te beijinhos e um sorriso :))
Maria
Maria a 2 de Maio de 2007 às 18:10

Andas com os blogs muito paraditos!
Que se passa!
Vá lá, toca a escrever! ;)

Beijos*.*
guiga a 3 de Maio de 2007 às 11:02

Olá Guiga, achas mesmo...já les-te tudo? grata pela visita, bjca doce

Esta poesia é lindissima e o teu site continua uma maravilha.

Como u gostaria de ter a tua técnica para além dessa sensibilidade de uma beija flor cheia de amor ...

Se por um momento só...
Esvoaçasse
De flor em flor...
Rubro daria o meu coração
A quem o encontrasse.

Perfume inebriante
Acariciando o vento
Desejo sem corpo
Ansiando ausente
Se por um momento só...
Esvoaçasse.
AN

Muito obrigada por seres minha amiga.

criar e ousar a 7 de Maio de 2007 às 19:59

Neste belo poema, falas no Cais onde ancorar?!
Eu procuro esse cais!...
Gosto muito do poema e da música: "The looke of Love" - Sons eternos, gostava de ter um vídeo destes no meu blog!...
Beijinhos
Chicailheu
Chicailheu a 8 de Maio de 2007 às 15:28

Um vitral que é uma obra de arte, um poema digno de figurar em qualquer vitral. Duas obras-primas.
Beijinhos embrulhados em abraços
anasonhadora a 8 de Maio de 2007 às 21:19

Em poesia palavra escrita que rompe em grito expressa num rabisco, a dor e saudade… O infinito… Descreve o amor ausente e presente, perpétuo e passageiro... Todo o sentir que imana no corpo e, Na Alma, da gente...




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