Terça-feira, 27 de Junho de 2006

Ondas que deste mar,

 
 
 
 Em subida preguiçosa desfazem á luz do  luar,  
uma a uma... vagarosa
Sem pressa...  devagar,
          estende seus braços,
         lento a areia quente vem beijar como amante 
pachorrento
        Ela,
        sem receio vai cedendo Ele,  inquieto sem se conter  a assim,
       o dia vai nascendo o sol  irradia  seu calor,
       Do alto olha-os confiante da exactidão desse amor....
 
 


publicado por Cöllyßry às 14:21
Bem atrever-me-ia a dizer que anda muito amorno ar...perante tamanha inspiração é a sensação que fica, se assim for vive-o intensamente como se cada dia fosse o ultimo *.*
Zalinha a 28 de Junho de 2006 às 17:50

Sol e lua de mãos dadas no infinito amor.
Calmos e já sem dor.
Deixo um beijo de minha alma.
Maria
Maria a 28 de Junho de 2006 às 23:49

Bonito.Muito bonito estas palavras. Que melhor maneira de começar o dia (o meu). O sol. O Mar. A Areia.
Bjs
Leminho a 30 de Junho de 2006 às 09:30

Este está um bonito poema!

(Se puder, tente controlar a formatação, ficaria estéticamente mais agradável!)
mitro a 21 de Julho de 2006 às 16:54

Olá bem vindo...agradeço a visita e tambem a opinião. mas não entendi...qual formatação ficaria melhor?
Aguardo...
Deixo meu esvoaçar,com uma rosa para pegares ni meu olharindiscreto...aqui mesmo ao lado...
Cõllybry
Cöllyßry a 21 de Julho de 2006 às 18:20

Em poesia palavra escrita que rompe em grito expressa num rabisco, a dor e saudade… O infinito… Descreve o amor ausente e presente, perpétuo e passageiro... Todo o sentir que imana no corpo e, Na Alma, da gente...




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