Quarta-feira, 20 de Setembro de 2006

 Foi sim,

Á pouco...
Meu rosto colado ao teu
Tua voz límpida serena e doce,
Ouvia, com o embalar do coração.
Esperei sim, muito para quem mede a saudade
Na esperança, dum momento pousares,
Em mim ficares, na macieza de nossas peles.
 


publicado por Cöllyßry às 21:22
Amei esse poema de AMOR!Beijinho.
Maria a 27 de Setembro de 2006 às 20:38

Em poesia palavra escrita que rompe em grito expressa num rabisco, a dor e saudade… O infinito… Descreve o amor ausente e presente, perpétuo e passageiro... Todo o sentir que imana no corpo e, Na Alma, da gente...




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