Terça-feira, 24 de Abril de 2007

 

 

 


E nos mistérios...
 Desse mar do verbo amar,
Entrar nesses devaneios ardentes,
Estonteantes…
Fácil embarcarás,
Já desembarcar, do fascínio por ele eleito…
Das labaredas que te enredam,
No seu ardente, mas delicado…
Leito,
De coração rasgado de dor no teu peito,
De lá sairás…
Se esperares o amor alheio, para amar…
E porto? Não,
Não haverá cais,
Onde aportares…


 



publicado por Cöllyßry às 23:01
Quarta-feira, 18 de Abril de 2007


 

Neste canto, encantado
Pairo no ar,
Leve
Perfumado,
Chamo-te, incessantemente…
Teu nome faz eco
Não sei se em mim,
ao no ar que respiro,
Ou sufoco nesta
Espera de Ti…
Esvoaço, esvoaço,
Por ai…
Na magia,
Em suaves entrelaces
De paixão,
Vem…
Ainda que,
Tua voz silencie,
Tuas mãos
Suaves e macias
Que me amimam…
Com a tenuidade
E canto
Dos Anjos…






publicado por Cöllyßry às 21:02
Domingo, 08 de Abril de 2007




O ventre,
 sobre o qual te dobras
E tentas esconder
É o mesmo que doas
Em laivos de prazer,
Sempre que meus lábios
Te tocam num frenesim de paixão







publicado por Cöllyßry às 21:20
Em poesia palavra escrita que rompe em grito expressa num rabisco, a dor e saudade… O infinito… Descreve o amor ausente e presente, perpétuo e passageiro... Todo o sentir que imana no corpo e, Na Alma, da gente...




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