Segunda-feira, 10 de Julho de 2006
Toccata_And_Fugue

O silêncio esteve fora por uns dias

Mas, ele o silêncio voltou
E
Sinto que desse lado, estás
Parado, a ler-me estático talvez…
Percorre cada palavra sem a ver,
sem mesmo sentir
Que já não me apetece ver,
A cada silêncio que mata a forma que
Resta do meu ser…
Das portas fechadas, que não presente
Das janelas se mi abertas, ainda existentes
Se vai fechando a cada instante silencioso
Nesse teu viver
De silêncios que povoam o espaço
Do sol que fica longínquo
Do abraçar dos corpos ofertando
Sua fonte energética em sua plenitude
Fonte essa vital de vida
De que tanto careces e negas…
E o riso não brota mais
A substituição do sedoso toque  que continha
A própria energia da sofrida, mas tão
Almejada pirâmide formada
Por Ti vai sendo desonrosamente    destruída
Nos espaços que já são escassos
Dos restos do nosso tempo…
 


publicado por Cöllyßry às 15:50
Olá! Venho agradecer a visitinha e dei uma vistinha de olhos nos três "recantos" da tua "alma" e gostei mto. Lindas palavras, sentidas e verdadeiras e lindísssimas imagens. Voltarei em breve. Gostei da mensagem k me deixaste tb a propósito do meu post. Um beijinho e uma semana encantada cheia de risos k brotem expontâneos e sinceros.
Sindarin a 10 de Julho de 2006 às 16:58

Em poesia palavra escrita que rompe em grito expressa num rabisco, a dor e saudade… O infinito… Descreve o amor ausente e presente, perpétuo e passageiro... Todo o sentir que imana no corpo e, Na Alma, da gente...
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