Sábado, 12 de Maio de 2007



 

 
 
 
 
Perfume inebriante…
Que  emana...
Acariciando como  vento suave,
Em meu corpo,
Coberto apenas,
Por um pedaço de seda…
 
Tu és…
O desejo
De corpo ausente…
Almejando,
O meu ardente…
 
Há,
Se por um momento só,
Evapora-se o tempo.
E se,
Consumisse num desenfreado
Bailado de corpos...
 
 
 
 


publicado por Cöllyßry às 22:21
Em poesia palavra escrita que rompe em grito expressa num rabisco, a dor e saudade… O infinito… Descreve o amor ausente e presente, perpétuo e passageiro... Todo o sentir que imana no corpo e, Na Alma, da gente...
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